convocação eleição 2018

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Convocação

04 de Outubro de 2018 16a CRE. Bento Gonçalves

Formação de Professores do Ensino Religioso – Nova Prata -RS

Ocorreu no dia  03 de Setembro de 2018 a formação de Professores do Ensino Religioso – Nova Prata RS – com Profe Gladis Pedersen CONER-RS

CONVITE A DIRETORIA DO CONERRS CONVIDA PARA A PARTICIPAÇÃO DA ASSEMBLÉIA GERAL 2018, AS DENOMINAÇOES RELIGIOSAS, AS SECCIONAIS E DEMAIS PESSOAS INTERESSADAS. - APRESENTAÇÃO DO R

Aviso:

ETHOS. O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA ÉTICA DO ALUNO NAS AULAS DO ENSINO ENSINO RELIGIOSO

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O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA ÉTICA DO ALUNO NAS AULAS DO ENSINO ENSINO RELIGIOSO EIXO ETHOS

O ser humano é o único “animal ético” que existe. Somente ele pode apresentar a consciência criativa, pensar de forma abstrata, na beleza, na tolerância, na bondade, na esperança, na gratidão, etc. e cultivar pensamentos elevados e nobres.

Ele tem a tendência inata a acreditar em Deus, um ser superior, criador de tudo e no que é belo, bom e verdadeiro.

A consciência ética é inerente ao ser humano, ela está presente no âmago de si, em potencial e precisa ser desenvolvida, estimulada a desabrochar pela educação, no verdadeiro sentido etimológico da palavra: “extrair de dentro”.

O processo de aprendizagem ética ocorre gradativamente com o autodescobrimento. Em que consiste o autodescobrimento?  É o despertar de si, do self, superando o ego. O despertar da identidade divina que cada um traz em si. É a capacidade de perceber-se um ser único, extraordinário, peculiar, diferente dos outros, com imenso potencial positivo a ser desenvolvido, que vai lhe propiciar a aquisição de valores, o senso de liberdade e de escolha de experiências que lhe cabe vivenciar.

O aluno do Ensino Religioso, no Ensino Fundamental, ainda está dominado pelo egocentrismo da infância, especialmente nos anos iniciais. Isto lhe dificulta o discernimento entre o certo e o errado, o bem e o mal, o bom e o pernicioso.  A linguagem simbólica da Arte – a Literatura, a Pintura, o Desenho, a Música, a Dança, o Teatro –  facilita a compreensão e aquisição de valores morais e das atitudes éticas coerentes.

Cabe ao componente curricular do Ensino Religioso ajudá-lo a descortinar as aquisições éticas indispensáveis à afirmação de si mesmo, através da introspecção, que é o processo de conduzir a atenção para dentro de si, para a análise das possibilidades íntimas que ajudam o amadurecimento psicológico.

Aprender a centrar-se em si, cria um clima de segurança emocional para a realização de cada ação proposta pelo professor do Ensino Religioso sobre a questão em pauta, agindo com calma, serenidade, confiança e rigor, percebendo o outro e o respeitando com suas peculiaridades e diferenças.

A reflexão sobre si mesmo ajuda o aluno a assumir sua identidade e humanidade.

As boas ações praticadas pela pessoa revelam o nível de desenvolvimento de sua consciência ética. Ela percebe que a prática do bem lhe dá felicidade, que é um estado de bem-estar que se irradia, alcançando os outros, como se fosse uma luz que se expande em todas as direções, ampliando o senso de responsabilidade pela vida que se expressa na Natureza.

O aluno vai ficar consciente que ser ético é ser agente do progresso, das edificações beneficentes e culturais de seu grupo social, começando pela família, escola e a sociedade.

“A consciência ética é a conquista da iluminação, da lucidez intelecto-moral, do dever solidário e humano. Ela proporciona uma criatividade construtiva ilimitada, que conduz a santificação, na fé religiosa; ao heroísmo, na luta cotidiana e nas batalhas profissionais; ao apogeu, na arte, na ciência, na filosofia, pelo empenho que enseja em favor de uma plena identificação com o ideal abraçado”. (O Homem Integral – Divaldo Franco, p. 61)

As ações humanitárias de uma pessoa revelam a sua consciência ética. Ela percebe que pode propiciar felicidade para si e para os outros. Tem muita empatia que é a capacidade de perceber e sentir o que os outros sentem, buscando contribuir para minorar os problemas existências do próximo.

Encontram-se, na História da humanidade, inúmeros exemplos de pessoas que desenvolveram em alto grau a consciência ética, deixando, através de suas vidas, registros de obras beneméritas, revelando a capacidade de empatia que elas tinham de perceber os sentimentos dos outros e de buscar ajudar, iluminando suas vidas. Alguns destes personagens históricos: Madre Teresa de Calcutá, Mahatma Gandhi, Albert Schweitzer, Allan Kardec, Hans Christian Andersen, João Henrique Bach, Mozart, Villa Lobos, Mari Curie, Monteiro Lobato…

Gladis Pedersen de Oliveira

Pedagoga – Especialista em Educação

gladispedersen@gmail.com

Bibliografia consultada:

Oliveira, Gladis Pedersen – Educação: A Arte de Manejar o Caráter – Olsen Editora

Idem – A Literatura e a Magia da Arte de Contar Histórias – Olsen Editora

Rodrigues, Miriam – Educação Emocional Positiva – Sinopsys

Franco, Divaldo Pereira – O Homem Integral – Leal Editora

Idem – Vida, Desafios e Soluções    – Leal Editora

Setembro amarelo: atenção!

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Setembro amarelo: atenção!

            Os dados estatísticos por morte em suicídios revelam a triste realidade sobre o atual momento da humanidade.

            Por que a pessoa não encontra sentido para sua vida? O que a leva a esta falência pessoal? Qual o grito de alerta que a família, a escola e as demais instituições da sociedade organizada precisam ouvir para atender a este problema?

            Está aceso o semáforo amarelo: atenção e cuidado para a valorização da vida no Rio Grande do Sul. Em cada três horas um gaúcho suicida-se no Estado. A média mundial é de um suicídio a cada quarenta segundos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) cataloga o problema como epidemia mundial. O Brasil está na oitava posição nesse ranking perverso e o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro em que mais o fenômeno ocorre.

            O mês de setembro é o mês amarelo, dedicado a provocar a reflexão sobre o assunto e o dia 10 é o dia mundial de prevenção ao suicídio.

            Falar é a melhor opção! Não calar ante essa triste realidade. Todos temos que ficar alertas.

            Segundo a OMS nove, em cada dez suicídios ocorridos, poderiam ser evitados. A pessoa que apresenta esta tendência ao autocídio dá sinais, apresenta sintomas, está doente, precisa de atendimento médico, psicológico, espiritual. Precisa ser ouvida, olhada, amparada, ajudada. Alguém tem que estender-lhe a mão, encaminhá-la ao atendimento adequado, permanecendo ao seu lado, ajudando-a a encontrar tratamento de saúde para que ela possa superar o desequilíbrio psicossomático e reequilibrar-se.

            Na raiz do problema, geralmente, está a solidão, o isolamento social, o individualismo exacerbado, a falta de comunicação, a falta de um sentido de vida e de acolhimento. Destaca-se que o problema está ocorrendo não só entre adultos e idosos, mas entre adolescentes e jovens.

            A proposta do Setembro Amarelo é instigante: vamos debater sobre a questão, buscar as causas e encontrar a maneira de erradicá-las. Entram no debate a ética da alteridade, a questão do altruísmo, lição viva da caridade que olha o outro e o aceita como ele é, procura ajudá-lo superando distâncias emocionais e preconceituosas. Precisamos de mais empatia e ter a capacidade de perceber a extensão do sofrimento do outro e propor amparo.

            Meritória a ação exercida pelo Centro de Valorização da vida (CVV). É uma luz no fundo do túnel para quem, em grau de sofrimento, consegue contatar e pedir ajuda, disponível por telefone, e-mail, chat, skype ou presencialmente. O CVV possui o site www.cvv.org.br e página no Facebook. Seu telefone é o 141 – disponível 24 horas – com chamadas pagas para todo o Brasil. Também há o telefone 188 – gratuito para o Estado do Rio Grande do Sul.

            Parabéns ao CVV que reúne pessoas voluntárias de grande coração!

            Vamos nos engajar nesta proposta para o mês de Setembro Amarelo e ficar atentos para a valorização da vida que, para muitos, está por um fio.

            Vamos dar preferência à vida, por mais difícil que ela seja!

                                                Gladis Pedersen de Oliveira – Pedagoga

                       Diretora-presidente do Conselho do Ensino Religioso do Estado do RS

                                                                       CONER – RS

O Ensino Religioso, como prevenção ao suicídio entre adolescentes e jovens.

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              O Ensino Religioso, a promoção da vida e prevenção da epidemia do suicídio entre adolescentes e jovens.

          A disciplina do Ensino Religioso favorece o desenvolvimento da dimensão espiritual da inteligência do aluno. Não só desperta o intelecto com as informações que veicula mas cultiva, ao mesmo passo, o espírito, entremeando lições sobre como os diversos povos e culturas da humanidade reverenciaram o transcendente e o sagrado. A dimensão da espiritualidade está presente no ser humano e, quando desenvolvida pela educação, norteia as atividades que envolvem a conduta ética e moral.

          Observa-se, atualmente nas escolas, de modo geral, alunos desprovidos de princípios morais, que apresentam baixa capacidade de enfrentar frustrações, que não encontram sentido para a vida. Adolescentes que passam pela depressão típica do início desta fase, sentindo solidão e desesperança, com dificuldade de compreender e aceitar o mal estar da civilização atual. Alguns encontram-se tão decepcionados que perdem a vontade de viver e de enfrentar os desafios naturais da vida.  É preciso atenção para estes casos.

          A disciplina do Ensino Religioso tem condições de propiciar uma luz no fundo deste túnel. A proposta didática deve levar em conta que o ser humano necessita ser nutrido, abastecido na sua dimensão espiritual, isto é imprescindível ao seu equilíbrio emocional, psicológico e moral.

          É inata, no ser humano, a aspiração a um ideal eterno que o sustente em suas lutas, console nas situações difíceis e inspire nos momentos das grandes resoluções. É a intuição de que existe um poder, uma causa suprema que o encaminha para a luz que oferece discernimento sobre o verdadeiro sentido da vida.

          A instrução, sem o ensino moral é impotente, o aluno deve compreender seus deveres e conhecer seus direitos. Não basta desenvolver o raciocínio, o intelecto, é necessário formar o caráter, fortalecer a alma e a consciência.

          O estudo, em sala de aula, das diversas culturas e tradições religiosas, a análise de textos sagrados, orais e escritos, os mitos e ritos presentes nas celebrações, e seus significados, bem como os valores éticos e morais que inspiram e orientam a conduta dos crentes, vão proporcionar que o aluno perceba a noção sobre o sentido da sua existência. Ele vai cogitar sobre: Quem sou? De onde vim? Para onde vou? Qual o sentido da minha existência? O que acontece após a morte?  Esta reflexão vai ajudá-lo a perceber a dimensão espiritual de sua existência enquanto abertura ao transcendente e o ajudará a encontrar respostas, por ele mesmo, às questões que o inquietam, no seu processo de crescimento integral.

         Ele vai compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas e filosóficas de vida, com as suas experiências e saberes nas diferentes épocas, espaços e locais sagrados que as outras pessoas aceitam, vencendo a intolerância, a discriminação e reconhecendo o direito de cada um de escolher seu caminho na área de sua espiritualidade.

         Através do conhecimento proporcionado pelas aulas do ensino religioso o aluno vai deparar-se com acontecimentos, realidades e experiências de outros grupos e povos em épocas passadas e atuais.

         A atual geração de crianças e adolescentes está muito desconectada de Deus e por demais conectada com a comunicação virtual, atitude que representa uma das causas de muitos problemas dessas fazes: obesidade, transtorno de déficit de atenção, hiperatividade, depressão e tendência ao suicídio.

        A criança e o jovem  precisam ser estimulados a encontrar o sentido nobre da vida, o objetivo essencial da existência humana, percebendo todos os valores depositados no âmago de seu ser e que aguardam o desenvolvimento positivo para se tornarem ativos e lhe proporcionarem alegria de viver.

     As aulas do Ensino Religioso abrem espaço para o diálogo a respeito destas importantes questões da alma humana. Os valores éticos e espirituais estão presentes em todas as religiões e são fundamentais para ajudar os alunos a elaborarem respostas para as enigmáticas questões sobre si mesmos, a vida, a realidade, o destino, a morte, o sofrimento.

Gladis Pedersen de Oliveira – Pedagoga,

 Especialista em Educação.

gladispedersen@gmail.com

                            Setembro Amarelo, 2018

Seccional CONER – Bagé

Em 21 de março, representantes da Seccional CONER – Bagé estiveram em reunião em Santana do Livramento com representantes da 19a CRE e SMED com vistas a organização da representação do CONER RS no município.
Na foto, da esquerda para a direita, professora Gislaine G. Gracelle, coordenadora da 19a CRE, professora Nora Dias, Seccional Bagé e 13a CRE, Sintia D. Smidarli, professora coordenadora do ER na 19a CRE, Ana Santos e Ênio Klein da Seccional de Bagé.
Nova reunião ocorrerá em 18 de abril, com representantes da algumas denominações religiosas.

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A Linguagem Simbólica da Arte nas aulas do Ensino Religioso

A diretora-presidente do CONER/RS, Gladis Pedersen de Oliveira, no dia 20 de março, desenvolveu as aulas em Caxias do Sul no Projeto de Formação Docente Para o Ensino Religioso, abordando o tema “A Linguagem Simbólica da Literatura e o Ensino Religioso” dividido nos sub-temas:

“As emoções básicas da Criança e do jovem – Como educa-las?”

“A Linguagem Simbólica da Arte nas aulas do Ensino Religioso”.

A formação de professores de Ensino Religioso é promoção da Seccional de Caxias, em parceria com a 4º CRE, Igreja Metodista, Diocese de Caxias do Sul e ISMUR. O público alvo são os professores de ER das redes pública e privada.

Reunião marca o início das atividades do CONER-RS

Os conselheiros do CONER/RS tiveram a primeira reunião do ano de 2018 no dia 8 de março. Fazendo parte da pauta a integração da nova denominação religiosa:

A Igreja Pentecostal Assembléia de Deus – Ministério Restauração.

Representada por Sandro Aurélio dos Santos Wink.
Foi com grande alegria que os demais membros do CONER acolheram a nova parceira do conselho.
Que os queridos irmãos sejam bem-vindos.